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Tangará

Para cortejar, os tangarás machos de cauda longa trabalham em equipe.

Dois tangarás machos, do tamanho de um pardal, passam horas cantando em uníssono durante o período de acasalamento, parecendo o canto de um único pássaro.

Se a canção atrair a fêmea, eles voam rapidamente e pousam a uma pequena distância um do outro, iniciando uma demonstração de dança coordenada.

 

tangarás cortejando a fêmea

 

Os machos (juntos) fazem uma dança exibindo-se para a fêmea.

Após vários minutos, os dois machos começam a rondar a fêmea, que finalmente escolher o macho dominante para acasalar. O outro retira-se discretamente.

tangará

 

 

Parece pouco lógico que o perdedor permaneça por perto, mas, na verdade, ele espera uma oportunidade de se tornar o dominante.

Como vários pássaros canoros tropicais, os tangarás vivem por muitos anos.
Alguns machos têm que esperar até completarem dez anos.
É uma longa espera, mas que vale a pena, considerando a produção de uma prole e a reprodução dos genes.

Acima, dois tangarás machos fazendo uma exibição para a fêmea (verde) .
Ao lado um tangará macho e abaixo o tangará de crista, macho.

tangará de crista pousado no galho

 

 

 

Com aproximadamente quinze centímetros de comprimento, vive no Brasil, Paraguai e Argentina, e é muito comum em Santa Catarina, onde também é conhecido como fandangueiro (dançarino).

A fêmea desta espécie é verde.

São muito conhecidos por sua dança, quando quer impressionar a fêmea.

Vou tentar descrever abaixo:

dois  tangarás machos pousados no galho

Os machos empoleiram-se (3 ou 4), juntinhos, num galho meio inclinado.
Na parte mais alta, fica a fêmea. Os machos põem a cabeça para a frente e começam a sapatear, sacudindo muito o corpo. E começam a cantar normalmente, mas o canto vai mudando e acaba parecendo com um concerto de sapos ouvido de longe. As cristas vermelhas dos dançarinos balançam, ou as penas da cauda nos que não tem crista. Enquanto isso, a fêmea nem se mexe.

De repente, o macho que está na ponta da fila, na parte mais baixa do galho, dá uma voadinha rápida e curta para cima (quase um pulinho). Depois, esvoaça diante dos outros dois dançarinos e solta um assobio forte e alto. Os colegas, que não pararam de sapatear nem um instante, vão se deslocando (e dançando de ladinho) para a parte mais baixa do galho, até que o companheiro consiga um lugar mais perto da fêmea.

Estava de frente para os colegas mas muda de posição depressa, num salto, e os três parceiros sapateiam juntos de novo, virados para o mesmo lado. Quem vai fazer o papel de voador agora é o dançarino que ficou na ponta de baixo da fila. E recomeça tudo, uma vez, duas vezes, uma porção de vezes, até a fêmea decidir.

 
 
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